PERFIL

Nome:Caroline Medunic Mendes Lucena

N�:10

Turma:1� DI- B

Disciplina: Linguagem e Tecnologia: Comunica��o na �ea de Design de Interiores

Prof�: Eliana

Escola:ETEC Carlos de Campos






Bibliografia e Fontes de Pesquisa

Larousse Cultural Suvinil
Dominici
Wikipedia
Dicion�rio da Constru��o
Construindo
Google
Mercado Livre
Art Design M�veis
Patrim�vel
Arte Plural Design e Decora��o




14/10/2007 19:36

Art Nouveau

Art nouveau ([aR.nu'vo], do francês arte nova), foi um estilo estético essencialmente de design e arquitetura que também influenciou o mundo das artes plásticas. Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Relaciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial em curso na Europa com a exploração de novos materiais (como o ferro e o vidro, principais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia colorida que teve grande influência nos cartazes. Devido à forte presença do estilo naquele período, este também recebeu o apelido de modern style (do inglês, estilo moderno).

O nome surgiu de uma loja parisiense (capital internacional do movimento), chamada justamente Art nouveau e que vendia mobiliário seguindo o estilo.

Caracteriza-se pelas formas orgânicas, escapismo para a Natureza, valorização do trabalho artesanal, entre outros. O movimento simbolista também influenciou o art nouveau.

Recebeu nomes diversos dependendo do país em que se encontrava: Flower art na Inglaterra, "Modern Style", "Liberty" ou stilo "Floreale" na Itália. Os alemães criam sua própria vertente de Art Nouveau chamada Jugendstil.

No Brasil, teve fundamental participação na divulgação e realização da art nouveau o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Um dos maiores nomes desse estilo, no Brasil, é o artista Eliseu Visconti, pioneiro do design no País.









Arts and Crafts

O movimento das arts & crafts (do inglês artes e ofícios, embora seja mais comum manter a expressão original) foi um Movimento Estético Social inglês surgido na Inglaterra, na segunda metade do século XIX, defendia o artesanato criativo como alternativa à mecanização e à produção em massa. Entre outras idéias, defendia o fim da distinção entre o artesão e o artista. Fez frente aos avanços da indústria e pretendia imprimir em móveis e objetos o traço do artesão-artista, que mais tarde seria conhecido como designer. Foi influenciado pelas idéias do romântico John Ruskin e liderado pelo socialista e medievalista William Morris.

Durou relativamente pouco tempo, mas influenciou o movimento francês da art nouveau e é considerado por diversos historiadores como uma das raízes do modernismo no design gráfico, desenho industrial e arquitetura.








Barroco

O Barroco foi um período estilístico e filosófico da História da sociedade ocidental, ocorrido desde meados do século XVI até ao século XVIII. Foi inspirado no fervor religioso e na passionalidade da Contra-reforma. Didaticamente falando, o Período Barroco, vai de 1580 a 1756.

O termo Barroco advém da palavra portuguesa homónima que significa "pérola imperfeita", ou por extensão jóia falsa. A palavra foi rapidamente introduzida nas línguas francesa e italiana.

O barroco é libertação espacial, é libertação mental das regras dos tratadistas, das convenções, da geometria elementar. É libertação da simetria e da antítese entre espaço interior e exterior. Por essa ser a vontade, de libertação, o barroco assume um significado psicológico, para significar o estado de espírito de liberdade, uma atitude criativa liberta de preconceitos intelectuais e formais. É a separação da realidade artística do maneirismo.

O Concílio de Trento foi o mais longo da história da Igreja: é chamado Concílio da contra-reforma. Emitiu numerosos decretos disciplinares, em oposição aos protestantes e estandardizou a missa através da igreja católica, abolindo largamente as variações locais. Regula também as obrigações dos bispos e confirma a presença de Cristo na eucaristia através de imagens. Definiu de uma forma explícita e intencional que a arte deve estar ao serviço dos ritos da igreja católica. São criticados pelos protestantes precisamente pelo uso das imagens sagradas por todo o lado, os quais tinham uma postura iconoclasta. Para o catolicismo, as imagens são elementos mediadores entre a humanidade e Deus. Para os teóricos da contra-reforma constitui um meio privilegiado de doutrina cristã e da história sagrada.









Bauhaus

A Staatliches Bauhaus (literalmente, casa estatal de construção, mais conhecida simplesmente por Bauhaus) foi uma escola de design, artes plásticas e arquitectura de vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernismo no design e na arquitectura, sendo uma das primeiras escolas de design do mundo.

A escola foi fundada por Walter Gropius em Weimar no ano de 1919, a partir da reunião da Escola do Grão-Duque para Artes Plásticas com a Kunstgewerberschule. A maior parte dos trabalhos feitos pelos alunos nas aulas-oficina foi vendida durante a Segunda Guerra Mundial. A intenção primária era fazer da Bauhaus uma escola combinada de arquitectura, artesanato, e uma academia de artes, e isso acabou sendo a base de muitos conflitos internos e externos que se passaram ali.

A Bauhaus tinha sido grandemente subsidiada pela República de Weimar. Após uma mudança nos quadros do governo, em 1925 a escola mudou-se para Dessau, cujo governo municipal naquele momento era de esquerda. uma nova mudança ocorre em 1932, para Berlim, devido à perseguição do recém-implantado governo nazista.

O principal campo de estudos da Bauhaus era a arquitectura (como fica implícito até pelo seu nome), e procurou estabelecer planos para a construção de casas populares baratas por parte da República de Weimar. Mas também havia espaço para outras expressões artísticas: a escola publicava uma revista chamada Bauhaus e uma série de livros chamados Bauhausbücher. O diretor de publicações e design era Herbert Bayer.

Apesar de ter passado por diversas alterações em seu perfil de ensino à medida que a direção da escola evoluía, a Bauhaus, de uma forma geral, acreditava que os seus próprios métodos de ensino deveriam estar relacionados às suas propostas de mudanças nas artes e no design. Um dos objetivos principais da Bauhaus era unir artes, artesanato e tecnologia. A máquina era valorizada, e a produção industrial e o desenho de produtos tinham lugar de destaque.

O Vorkurs - literalmente curso preparatório - era um curso exigido a todos os alunos e ministrado nos moldes do que é o moderno curso de Desenho Básico, fundamental em escolas de arquitectura por todo o mundo. Não se ensinava história na Bauhaus durante os primeiros anos de aprendizado, porque acreditava-se que tudo deveria ser criado por princípios racionais ao invés de ser criado por padrões herdados do passado. Só após três ou quatro anos de estudo o aluno tinha aulas de história, pois assim não iria influenciar suas criações.









Biedermeier



Popular na Alemanha e Áustria entre 1820-1840. O nome vem de um personagem de Ludwig Eichrodt que representava a burguesia alemã no começo do século XIX. Os móveis biedermeier são simples, robustos e confortáveis, geralmente de madeiras claras, elegantes sem maiores pretensões.

O Biedermeier se considera o primeiro estilo com personalidade própria no âmbito do mobiliário germânico. Seu nome foi adotado de um personagem fictício, pequeno burguês conformista, que era objeto de sátira na imprensa da época. O móvel foi expoente desta burguesia: simples, vistoso e de custo baixo.

Baseando-se nas linhas do estilo Império, reduziram-se os adornos de bronze, que foram substituídos por enfeites de filetes de madeira.

Adquiriram importância as superfícies forradas com madeiras caras, como o mogno, ou autóctones, cortadas em viés para ressaltar as águas. As formas se simplificaram e se geometrizaram, formando volumes regulares ou curvas suaves. Voltou o torneado em forma de coluna integrada à estrutura para dar vida às superfícies. Os carpetes fizeram-se coincidir com as cortinas e a cor das paredes para criar conjuntos homogêneos.

Os remates dos móveis evocavam elementos arquitetônicos e seu aspecto maciço contrasta com a leveza da maioria dos móveis de assento.

Os móveis Biedermeier são simples e racionais, e no futuro influiriam decisivamente no Sezessionstil e na Art Déco.










Clássico


A arquitetura do Renascimento está bastante comprometida com uma visão-de-mundo assente em dois pilares essenciais: o Classicismo e o Humanismo. Além disso, vale lembrar que, ainda que ela surja não totalmente desvinculada dos valores e hábitos medievais, os conceitos que estão por trás desta arquitetura são os de uma efetiva e consciente ruptura com a produção artística da Idade Média (em especial com o estilo gótico).

Através do Classicismo, os homens do Renascimento encaravam o mundo greco-romano como um modelo para a sua sociedade contemporânea, buscando aplicar na realidade material cotidiana aquilo que consideravam pertencer ao mundo das idéias. Neste sentido, a arquitectura passou, cada vez mais, a tentar concretizar conceitos clássicos como a Beleza, acreditando que a canonização e o ordenamento estabelecido pelos arquitectos da Antiguidade Clássica constituíam o caminho correto a ser seguido a fim de alcançar este mundo ideal. Sabendo que os valores clássicos, do ponto de vista do Cristianismo, dominante no período (e lembrando que o Renascimento surge na Itália, região da Europa onde a influência do Vaticano é a mais visível), eram considerados pagãos e objetos de pecado, o Renascimento também se caracterizou pela integração do projeto de mundo cristão com a visão de mundo clássica. A Natureza era vista como a criação máxima de Deus, o elemento mais próximo da perfeição (atingindo, portanto, o ideal de Perfeição procurado pela estética Clássica). Assim, a busca de inspiração nas formas da Natureza, tal qual propõe o Clássico, não só se justifica como passa a ser um valor em si mesmo.

Sendo a Natureza uma criação perfeita, também o Homem volta a ser visto como ser perfeito: ele tanto se manifesta como o ser que é a semelhança de Deus na Terra, como volta a se considerar como medida e referência do Universo. É neste sentido que vai se manifestar de forma bastante impactante (e talvez, com importância ainda maior que a do Classicismo) o atributo humanista do Renascimento. O Humanismo manifestar-se-á como um profundo sentimento comprometido com a valorização da presença do Homem no Universo, na medida em que este indivíduo humano afirma-se perante a Natureza e deixa de apenas observá-la para entendê-la, procurando alterá-la e buscando aquilo que ele considera como o Conhecimento do mundo (mais do que simplesmente o "conhecimento" da coisas).

Um dado importante na definição da espacialidade do Renascimento é a incorporação da perspectiva como instrumento de projeto e da noção do desenho como uma forma de conhecimento.

A principal ruptura com o espaço medieval se dá a partir do momento em que os arquitetos do Renascimento passam a designar nos seus edifícios um ritmo de percurso em que as regras de desenho do espaço são facilmente assimiladas pelos usuários e estes, a partir de uma análise objetiva do espaço, ainda que em um certo sentido empírica, têm condições de dominá-lo e impor o seu ritmo. O domínio da linguagem clássica, usada para se chegar a estes efeitos de percurso, só se torna possível quando simulado através do projeto pela perspectiva. Como resultado, tem-se um espaço perspéctico, integralmente apreendido pelo observador e cujas relações proporcionais se mostram de forma analítica e objetiva.









Clean

O estilo clean exige leveza e harmonia e deve-se evitar que a decoração seja fria ou minimalista.O estilo clean contemporâneo é leve e de linhas retas, sem lugar para muitos contornos ou rebuscamentos. Espaços visivelmente limpos, bem iluminados e com cores claras sintetizam a decoração dos nossos dias, onde a praticidade é o que mais se deseja.
O conceito clean está em todos os cantos da casa e suas linhas simples assimilaram perfeitamente as novas tecnologias. Telas de plasma e eletroeletrônicos de última geração não agridem mais a decoração e conferem multifuncionalidade aos ambientes mais amplos. Recursos estrategicamente posicionados, como móveis giratórios, ajudam a criar numa mesma sala um canto para TV, uma sala de jantar, uma sala de estar e um peque-no escritório.


Uma novidade é o telão de vidro que exibe imagem dos dois lados e pode funcionar como divisória.

Acompanhando a tendência da decoração contemporânea, os móveis também estão mais leves, mais simples, permitindo arranjos diferentes e melhor aproveitamento do espaço, sem diminuir a circulação.

Aqueles com rodinhas, por exemplo, podem ser embutidos dentro do armário da sala, prontos para dar mais conforto ao ambiente quando chegam as visitas para uma noite agradável.

Como qualquer outra, a decoração clean também requer cuidados. No caso, o risco é pecar pela impessoalidade.

Espelhos – Continuam valendo, preferencialmente com molduras, como quadros. Podem ainda revestir paredes ou ser colocados em pontos estratégicos, para aumentar ou iluminar ambientes. Só não valem os exageros.

Tetos – As sancas de gesso trabalhadas foram esquecidas. O estilo clean pede tetos brancos e uniformes. Podem ter no máximo um desnível na altura, para dividir o ambiente.

Rodapés – Compensando a simplicidade exigida para os tetos, os rodapés ficaram mais altos e ganharam mais presença, o que valoriza muito os móveis dispostos no ambiente. Podem ter de 18 a 20 cm, com ou sem frisos.

Bar – Aqueles cercados por bancos altos entraram em desuso, em nome do conforto. As bebidas agora ficam estocadas em um armário da sala, em bandejas sobre um aparador ou em mini adegas.

Paredes – Nos interiores, cores claras, de preferência.
Cores escuras, somente em detalhes. O mesmo sobre as texturas, que perderam o destaque dentro de casa. Em compensação, elas podem ser usadas livremente nas paredes externas.

Cortinas – Tecidos leves e transparentes são os mais usados agora, mas sempre com pouco volume. Quando a intenção é diminuir a claridade, persianas sob o tecido funcionam muito bem.









Country

Aquilo que para os Americanos do interior e seu dia a dia no vestir e no fazer, tornou-se para nos Brasileiros, fonte de inspiracao de design de moda. Inspiracao nao so na vestimenta, mas com reflexo em tudo que nos cerca. Caminhonetes, chapus, moveis, arquitetura e comportamento sao assimilados e adaptados para nosso cotidiano. A figura do Cowboy sempre chamou a atencao por sua conotacao de virilidade. A tudo domina e tudo pode para se tornar vencedor.









Eclético

O ecletismo (no Brasil) ou eclectismo (em Portugal) foi um estilo arquitetônico predominante do início do século XX.

Após a crise dos neos (neoclássico, neogótico, etc.) que dominou a arquitetura do século XIX, o debate sobre qual o estilo histórico mais importante tornou-se infrutífero. Da constatação de que a aplicação dos novos materiais não estava subordinada a um estilo específico, algumas academias (tanto européias quanto americanas) passaram a propor um modelo de arquitetura historicista, resultado da mistura de estilos diversos.

Aqui a palavra estilo é usada para representar apenas um certo conjunto de aspectos formais, visto que a total reprodução de um estilo histórico é impossível. Contra esse formalismo histórico da arquitetura do perídodo surgirão os principais nomes da arquitetura moderna.

No Brasil, a arquitetura eclética encontrou seu auge em São Paulo, tendo em Ramos de Azevedo seu principal nome.









Funcionalismo


A partir do início do século XX, as rápidas transformações industrias trazem a preocupação com a utilidade dos espaços e objetos (função) e não só com sua forma. Cada objeto deve ter uma função. O raciocínio se desenvolve e, a partir dos anos 70, apenas uma utilidade não basta: funcionalidade passa a ser sinônimo de múltiplo uso.









Georgiano

Se define "georgiano" o estilo arquitetônico e de decoração que se difundiu na Inglaterra durante o século XVIII e início do XIX. As suas características principais são o equilíbrio, a elegância e a simetria, com uma forte tendência à harmonia clássica. Nas fachadas predominam linhas verticais, principalmente nas janelas e portas, elegantes colunas e pórticos.
A nogueira e principalmente o mogno, foram as madeiras mais usadas no mobiliário da época de George I (1714-1735), um estilo que desenvolveu-se a partir do mobiliário Rainha Ana (1702-1714). Os móveis ficaram mais ornamentados, mais pesados e ricos. Foi quando apareceu a Lion mask - cabeça de leão, usada no joelho da perna cabriolet que terminava em claw-and-ball - garra e bola. Se por um lado o estilo simples Queen Anne foi continuado algum tempo, principalmente as cadeiras wing-chair, banquinhos e sofás, cômodas e mesas de jogo, por outro a arquitetura influenciou os móveis que eram terminados por frontões, as secretárias lembrando edifícios com colunas e frisos, sendo usados também pedestais, bases e outros motivos arquitetônicos.









Gótico

O gótico é um estilo arquitetônico que se desenvolveu entre os séculos XII e XV, na Idade Média, e colocava especial ênfase na leveza estrutural na iluminação das naves do interior do edifício, e que surgiu em contraposição à massividade e à deficiente iluminação interior das igrejas românicas. Desenvolveu-se fundamentalmente na arquitectura eclesiástica: catedrais, monastérios e igrejas.

A palavra gótico vem de "Godo", no sentido pejorativo. Assim o batizaram os renascentistas, que somente consideravam arte à antiguidade clássica.

A arquitectura gótica teve sua origem em França e se difundiu através de suas catedrais, principalmente ao Sacro Império Romano Germânico e à Coroa de Castela. Na Inglaterra também penetrou o estilo francês, porém logo adquiriu um forte carácter nacional. Na Itália não teve muita aceitação, e seu impacto foi muito desigual nas distintas regiões; chegou tarde e muito rapidamente foi substituído pelo Renascimento.

Existem indícios de que o verdadeiro nome dessa expressão artística era, em latim, Opus Francigenum, "Obra Francesa". Inseriu-se no movimento cultural abrangente a várias expressões artísticas, que, por sua vez, surgiram no contexto mais amplo do chamado Renascimento do Século XII. Este estilo arquitetônico estendeu-se por um longo período de tempo da Idade Média e varia de local para local, sendo no entanto possível delimitá-lo desde meados do século XII a inícios do século XVI, quando do advento de um novo Renascimento que marcou o fim do período medieval. O primeiro gesto impulsionador da nova filosofia construtiva é dado em França, acabando por se estender a toda a Europa, no que ficou conhecido como o tempo das grandes catedrais.









Gustaviano

A versão sueca do Neoclássico, do rei Gustavo III, coroado em 1771. O estilo adapta as modas da época para um país com menos luxos. No lugar dos gobelins, painéis de linho; em vez de mármores e granitos, pinturas especiais. Os tecidos têm estampa xadrez ou listrada, em tons de azul, cinza e rosa.









High Tech

A Arquitetura High Tech, ou de Alta Tecnologia, é uma corrente da arquitetura, emergente nos anos 70, muito centrada no emprego de materiais de tecnologia avançada nas construções, como o próprio nome indica. No Design, também, teve forte marcação. Historiadores classificam-na dentro de um chamado Tardo-modernismo, juntamente com outras atitudes estéticas, como o Slick-tech, numa alusão aos valores contrapostos às atitudes pós-modernas associadas à este tipo de intervenção que caracteriza a High Tech. Um exemplo famoso deste tipo de arquitetura é o Centro Pompidou em Paris, projetado por Richard Rogers e Renzo Piano.










Império

O estilo império é um estilo arquitetônico, de decoração de interiores, mobiliário e moda em geral, que se desenvolve em França no início do século XIX, e se insere dentro do espírito neoclássico.

Este período pode-se delimitar entre aproximadamente 1803-04 e 1815-21, altura da proclamação do Primeiro Império Francês (1804-1814), por parte de Napoleão Bonaparte. A fase inicial do estilo pode também ser designada por estilo consulado (ou Retour d’Egypt), fase que se inicia por volta de 1799, e que coincide com o período do Consulado Francês (1799-1804).

Os primeiros indícios já se fazem sentir durante o estilo diretório, mas o estilo império só atingirá o seu auge após o regresso das campanhas militares de Napoleão em Itália e no Egipto. Será então Napoleão, o imperador, a impor o seu gosto pela grandiosidade e imponência, em comunhão com elementos decorativos de inpiração no universo militar e motivos revivalistas da Antiguidade Clássica e Antigo Egito. Extremamente ligada à figura do imperador e à glorificação do seu poder, a arte traduz-se, de um modo geral, por formas massivas e monumentais ao serviço do poder absoluto e da corte.

Com a expansão do império este gosto estender-se-á um pouco por todo a Europa, principalmente nas regiões de maior influência napoleônica, a Itália e a região da Confederação do Reno. Com a queda do império, o estilo será particularmente adotado pela Rússia imperial a modo de celebração sobre a vitória contra Napoleão.

Em Itália o estilo sobreviverá mais que no resto da Europa (designado estilo império italiano), fato que se deve, por um lado, à herança do Império Romano no país, e, por outro lado, à instituição deste estilo como o estilo nacional arquitetônico após a unificação de Itália em 1870.










Kitsch

O kitsch é um termo de origem alemã (verkitschen) que é usado para categorizar objetos de valor estético distorcidos e/ou exagerados, que são considerados inferiores à sua cópia existente. São freqüentemente associados à predileção do gosto mediano e pela pretensão de, fazendo uso de estereótipos e chavões que não são autênticos, tomar para si valores de uma tradição cultural privilegiada. Eventualmente objetos considerados kitsch são também apelidados de brega no Brasil.
Kitsch é chique, é cult, é polêmico. Na onda do eclético e do pós-moderno, nada se cria, tudo se transforma. "O kitsch é o contrário do Clássico. Trata-se de resgate de peças excessivamente utilizadas, como o pinguim de geladeira", diz Mali Frota Villas-Bôas. Ela acredita que, quando assumido com bom-humor o kitsch é cult.










Regência

O estilo regência, também conhecido como regência francesa, é um estilo decorativo arquitectónico (interiores e exteriores) e, acima de tudo, um estilo de mobiliário. Este estilo desenvolve-se em França durante a regência de Filipe de Orléans entre 1715 e 1723, após o reinado de Luís XIV e enquanto Luís XV é menor de idade (tem apenas 5 anos de idade quando morre o seu bisavô, Luís XIV).

Em termos artísticos faz a transição entre o estilo Luís XIV (inserido no movimento barroco) para o estilo Luís XV (inserido no movimento rococó). De um modo geral, e por ser um estilo de transição, possui ainda muito da sumptuosidade controlada do anterior, demonstrando já alguns elementos típicos do rococó, a leveza e liberdade das linhas. Neste pequeno período de tempo, estas duas vertentes decorativas vão coexistir em harmonia, resultando em criações de elegante flexibilidade.

Durante o período de regência, em que a corte deixa Versailles para se acomodar em Paris, a França atravessa um período económico difícil, e opta-se agora pela construção de palácios de menores dimensões e interiores menos sumptuosos, mais virados ao intimismo e à simplicidade, mas sem perder totalmente o esplendor anterior. Também os exteriores diminuem em severidade e controle, adoptando já algumas linhas mais espontâneas, que terão o seu apogeu na total liberdade imaginativa do rococó. Este desejo de uma maior liberdade formal, fora da rigidez artística do século anterior, desponta simultaneamente com a mudança social e mental que toma lugar no século XVIII, onde a sociedade aspira a uma maior independência, descontracção e alegria no quotidiano.










Tudor

Enquanto na Itália a cultura renascentista estava em seu momento de maior esplendor, a sociedade inglesa estava ainda levando um estilo de vida tipicamente medieval. Somente posteriormente, durante o reinado da Dinastia Tudor (1475/1603), a influência do Renascimento começou a se manifestar com maior intensidade. Inicialmente, viu-se um enriquecimento das severas estruturas góticas com motivos mais ornamentais de inspiração renascentista. Com o passar do tempo, e graças à sempre forte influência francesa, tomou corpo um estilo mais original e marcante, não só na decoração das fachadas exteriores das casas, como também em particulares detalhes na construção dos móveis, como a riqueza dos entalhes, o uso de bordas torneadas, o uso de apliques decorativos, e o uso frequente de madeiras escuras e pesadas.










Vitoriano

O estilo vitoriano é uma fonte infinita de inspiração. De 1837 a 1901, anos em que a Inglaterra foi governada pela Rainha Vitória, o país viveu um período máximo de esplendor, conhecido como "época vitoriana". O Reino gozava de grande prestígio e o clima social era de euforia devido aos sucessos militares na Índia, ao desenvolvimento cultural e à prosperidade econômica resultante da Revolução Industrial. A nova burguesia, enriquecida com a indústria e o comérico nas colônias de além-mar, queria exibir em suas casas uma decoração que ostentasse sua nova riqueza e prosperidade. Esse comportamento mudou por completo o modo de viver, com a introdução de importantes inovações. A mais característica foi a criação de um andar inferior sob o nível da rua, onde ficavam a cozinha e outras dependências de serviços. Outra inovação foi o surgimento da "sala de banho" como um local independente para os cuidados pessoais cotidianos. Na decoração dos móveis, usava-se em abundância madeiras nobres exóticas, como o jacarandá, a rádica e o mogno. Os objetos como quadros, candelabros, enfeites, tapetes e luminárias eram numerosos, a maioria das peças oriundas do distante Oriente, como porcelanas chinesas ou tecidos de decoração em seda bordados com fios de ouro. Tecidos com motivos florais constituem o esquema de decoração. O estilo agrega estofados em couro e tecidos xadreses propiciando uma atmosfera de um lar ancestral.









enviada por Carol



14/10/2007 18:33

Abóbada

Todo o teto côncavo pode-se chamar abóbada. Cobertura encurvada. Do ponto de vista geométrico, a abóbada tem origem num arco que se desloca e gira sobre o próprio eixo, cobrindo toda a superfície do teto. As abóbadas variam de acordo com a forma do arco de origem. Abóbada ogival, também chamada gótica, cujo arco tem forma de ogiva, é uma marca da arquitetura árabe. Abóbada aviajada tem origem num arco cujas extremidades estão em desníveis. Há ainda a abóbada de lunetas. De menor altura, esse tipo está presente nas casas de estilo colonial americano e facilita a iluminação interior.







Abrigo

Lugar onde o homem pode se proteger das intempéries. No uso corrente, indica locais como garagem, também chamada abrigo de carro, automóvel







Acabamento

Arremate final da estrutura e dos ambientes da casa, feito com os diversos revestimentos de pisos, paredes e telhados.






Acesso

Rampa, escada, corredor ou qualquer meio de entrar e sair de um ambiente, uma casa ou um terreno.







Aclive

Quando o terreno se apresenta em subida em relação à rua; ladeira, vista de baixo para cima.







Adega

Também conhecida como cave. A palavra, provavelmente, tem origem no termo francês cave: lugar especial da casa, em geral no subsolo, onde se guardavam os vinhos e os azeites. A adega precisa de ter condições climáticas controladas, para melhor conservar os vinhos e outras garrafas de bebidas, em condições adequadas de temperatura e umidade.







Afresco

Afresco ou fresco é o nome dado a uma obra pictória feita sobre parede, com base de gesso ou argamassa. Assume, frequentemente a forma de mural.







Aglomerado

Placa prensada, composta de serragem compactada com cola ou resina e arrematada com duas lâminas de madeira.







Água de TElhado

Cada uma das superfícies inclinadas da cobertura, que principia no espigão horizontal (cumeeira) e segue até à beirada.







Água Furtada

Vão entre as tesouras do telhado. Ângulo do telhado por onde correm as água pluviais. Quando provido de janelas, também recebe o nome de mansarda. Sótão com janelas que se abrem sobre as águas do telhado.







Alçapão

Portinhola no piso ou no forro que dá acesso a caves ou sótãos.







Alcova

Quarto pequeno de dormir, sem aberturas para o exterior, que faz comunicação com ante-salas.







Aldrava

Tranca de ferro para escorar portas ou janelas; pequena tranqueta com dispositivo que permite que a porta possa ser aberta pelo lado de fora. Também argola que fica do lado de fora da porta e serve de instrumento para bater à porta.







Almofada

Na marcenaria e carpintaria, peça com saliência sobreposta à superfície podendo possuir também reentrâncias.







Alpendre

Cobertura suspensa por si só ou apoiada em colunas sobre portas ou vãos. Geralmente, fica localizada na entrada da casa. Aos alpendres maiores dá-se o nome de varanda.







Andaime

Equipamento em forma de plataforma usada para alcançar pavimentos superiores das construções e executar serviços em diversos níveis acima do piso.







Ante-Projeto

Primeiras linhas traçadas pelo arquiteto em busca de uma idéia ou concepção para desenvolver um projeto.







Aparador

Móvel da sala de jantar, relativamente longo, da altura da mesa de refeições, onde geralmente é guardada a louça, e cujo tampo pode servir para receber os pratos ou travessas com comida durante o almoço ou jantar.







Apicoado

Superfície submetida a desbastamento do qual resulta uma textura rugosa, anti-derrapante. Normalmente feito em pedras como granitos e mármores. Suja mais que o flameado.







Arabesco

Ornamento árabe no qual se entrelaçam linhas, espirais e formas geométricas. Modernamente designam qualquer traçado que lembre a arte mourisca.







Arandela

Luminária presa à parede para valorizar o ponto de luz. Concebida como suporte para cera (que caía da vela) acoplado ao castiçal.







Arco

Semi-circunferência que cobre um vão. Nome dado à construção que dá origem às abóbadas.







Arenito

Rocha composta de pequenos grãos de quartzo, calcário ou feldspato, usada em pisos externos. Nos pisos internos, o arenito normalmente recebe polimento e rejunte de granilite.







Argamassa

Mistura de materiais inertes (areia) com materiais aglomerantes (cimento e/ou cal) e água, usada para unir ou revestir pedras, tijolos ou blocos, que forma conjuntos de alvenaria. Ex.: argamassa de cal (cal+areia+água). A argamassa magra ou mole é a mistura com menor quantidade de aglomerante (cal e/ou cimento), responsável pela aglutinação. Já a argamassa rica tem o aglomerante em abundância.







Arquitrave

Viga de sustentação ou verga principal que se apoia, em suas extremidades, em colunas ou pilares. Caracteriza o sistema arquitravado de envasaduras, cujas vergas são planas e horizontais. É a primeira parte do entablamento, ficando entre os capitéis das colunas e o friso.







Art Decó

Movimento que atinge o seu apogeu entre os anos 20 e 40. Surge em oposição aos excessos do Art Nouveau e marca a arquitetura com linhas geométricas e tons pastel. O movimento concilia a produção industrial e as artes, influenciando os primeiros trabalhos do arquiteto franco-suíço Le Corbusier. Ele tornou ainda mais despojadas as formas desse estilo, criando as bases da arquitetura funcional ou moderna. Os projetos enfatizam vãos e grandes espaços envidraçados. As colunas, antes ornamentadas, agora assumem função estrutural e passam a ser denominadas pilotis.







Art Nouveau

A Arte Nova refere-se ao estilo arquitectónico e de arte decorativa que marcou o final do século XIX e o começo do XX. Muitos dos seus elementos retomam o Rococó e o Gótico. Assim, os edifícios mostram ornatos como ninfas com flores nos cabelos. Na Europa, misturou-se a elementos regionais, ganhando diversas versões. A primeira construção art nouveau foi projetada pelo arquiteto belga Victor Horta, em 1892, em Bruxelas. Mais tarde, o metro de Paris (França), recebeu portões projetados por Hector Guimard, que traziam formas sinuosas. Antonio Gaudi, um dos mais brilhantes arquitetos espanhóis, foi buscar inspiração às tradições medievais do seu país para erguer obras dentro do novo estilo. Em Barcelona, projetou a Sagrada Família, catedral que começou a ser construída em 1883, com torres góticas e adornos barrocos. O estilo art nouveau começou a perder força pouco antes da Primeira Guerra Mundial (1914-18).








Arts And Crafts

O movimento das arts & crafts (do inglês artes e ofícios, embora seja mais comum manter a expressão original) foi um Movimento Estético Social inglês surgido na Inglaterra, na segunda metade do século XIX, defendia o artesanato criativo como alternativa à mecanização e à produção em massa. Entre outras idéias, defendia o fim da distinção entre o artesão e o artista. Fez frente aos avanços da indústria e pretendia imprimir em móveis e objetos o traço do artesão-artista, que mais tarde seria conhecido como designer. Foi influenciado pelas idéias do romântico John Ruskin e liderado pelo socialista e medievalista William Morris.
Durou relativamente pouco tempo, mas influenciou o movimento francês da art nouveau e é considerado por diversos historiadores como uma das raízes do modernismo no design gráfico, desenho industrial e arquitetura.







Assentar

Colocar e ajustar tijolos, blocos, esquadrias, pisos, pastilhas e outros acabamentos.







Assoalho









Átrio

Pátio de entrada das casas romanas, cercado por telhados pelos quatro lados, porém descoberto. Hoje o termo identifica um pátio de entrada de uma habitação.







Baccarat

Com a permissão do rei Luis XV, o bispo de Metz, monsenhor Louis De Montmorency-Laval, funda em 1764 a companhia de cristais Baccarat, na província de Lorraine, à leste da França. Estavam implantadas as raízes daquela que viria a ser uma das mais conceituadas cristalerias do mundo. O primeiro cristal fabricado data de 15/11/1816. Foi transformada em primeira cristallerie da França em 1817. Desde então, a marca é sinônimo universal de lapidação precisa, manufatura delicada em objetos únicos e nas formas mais variadas. Vasos, cinzeiros, lustres, espelhos, candelabros e acessórios ultrafemininos. De reis a plebeus abastados, Baccarat é status e opulência, charme e sofisticação real. A fábrica sobreviveu às guerras e revoluções, sempre produzindo copos, garrafas, baldes(muitos encomendados com monogramas), seus tradicionais lustres em cascata, abajures, jóias, bijuterias, frascos de perfumes, vasos, candelabros, esculturas, maçanetas, entre outros. As peças são lapidadas à mão como pedras preciosas, em processo artesanal com caprichos e requintes.







Baixo-Relevo

Trabalho de escultura em que as figuras sobressaem muito pouco em relação à superfície que lhes serve de fundo.







Balaústre

Pequena coluna ou pilar em metal, madeira, pedra ou alvenaria que, alinhada lado a lado, sustenta corrimãos e guarda-corpos. Tem origem no latim balaustium, nome da flor de romã, cuja forma inspirou os primeiros balaústres.







Baldaquim

Espécie de pálio ou dossel. Obra de arquitetura ou de marcenaria, que serve de coroa a um trono, a um altar. Requintada versão oitocentista dos mosqueteiros usados sobre cama. A cama é protegida por uma cobertura fixada à parede numa das extremidades e presa ao próprio móvel na outra. Esse elemento abriga um cortinado que veda as laterais.







Baldrame

Designação genérica dos alicerces de alvenaria. Conjunto de vigas de concreto armado que corre sobre qualquer tipo de fundação. Peças de madeira que se apoiam nos alicerces de alvenaria e que recebem o vigamento do assoalho.







Bandeira

Caixilho fixo ou móvel, situado na parte superior de portas e janelas. Pode ser fixo ou móvel, favorecendo a iluminação e a ventilação dos ambientes.







Bangalô

Do inglês bungalow, designa as casa de campo construídas na Índia, térreas e com grandes varandas cobertas.







Batente

Rebaixo onde a porta ou a janela encaixam-se ao fechar. A folha que fecha primeiro, na portas ou janela.







Bauhaus

A Staatliches Bauhaus (literalmente, casa estatal de construção, mais conhecida simplesmente por Bauhaus) foi uma escola de design, artes plásticas e arquitectura de vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernismo no design e na arquitectura, sendo uma das primeiras escolas de design do mundo.







Bay Window

Janela de três faces, instalada no nível térreo, projetada para fora do prumo da construção.







Beiral

Prolongamento do telhado para além da parede externa, protegendo-a da ação das chuvas. As telhas dos beirais podem ser sustentadas por mãos-francesas e fixadas por arames de cobre.







Bergère

Uma espécie de sofá com apoio laterais para apoiar a cabeça.







Biedermeier

Popular na Alemanha e Áustria entre 1820-1840. O nome vem de um personagem de Ludwig Eichrodt que representava a burguesia alemã no começo do século XIX. Os móveis biedermeier são simples, robustos e confortáveis, geralmente de madeiras claras, elegantes sem maiores pretensões.







Bisotê

Vidro que recebe corte em forma de bisel nas arestas não confundir com lapidação ou lapidado cuja dimensão é menor e serve para dar arremate nas arestas.







Boisérie

Trabalhos de entalhe ou moldura, dos mais simples aos mais elaborados, que ornamentam portas e paredes.







Boleado

Acabamento abaulado ou torneado no contorno da superfície de madeira, pedra, plástico ou metal. Quando o boleio completa 180 graus chamamos de 1/2 cana







Botonê

Trabalho de tapeçaria em que os botões são costurados superficialmente no estofado, formando losangos ou quadrados.







Bow Window

Janela semicircular que se projeta para fora das paredes.







Brise

Do francês brise-soleil; quebra-sol produzido com peças de madeira, concreto, plástico ou metal, disposto vertical ou horizontalmente diante das fachadas ou muros para atenuar ou impedir a ação direta do sol, sem perder a ventilação







Caiar

Pintar com cal diluída em água, requer preparo antecipado.







Caibro

Peça de madeira , geralmente de seção próxima ao quadrado, que junto com outras sustenta as ripas de telhados ou de assoalhos ( Brasil ) e soalhos ( PT ). Nos telhados, o caibro assenta nas cumeeiras, nas terças e nos frechais. No piso, apoia-se nos barrotes.







Caixa de Escada

Espaço, em sentido vertical, destinado à escada.







Caixilho

Parte da esquadria que sustenta e guarnece os vidros de portas e janelas.







Calafetar

Vedar fendas e pequenos buracos surgidos durante a obra em diversos materiais, e é executada após a raspagem de pisos de madeira pelo "calafate" com aplicação de pó de serragem fina e cola, resina ou verniz poliuretano.







Canapé

Móvel longo para estender o corpo, com espaldar e braços.







Cantoneira

Peça em forma de L que remata quinas ou ângulos de paredes. Também serve de apoio a pequenas prateleiras.







Capitel

Parte superior, em geral esculpida, de uma coluna. Alguns capitéis são simples, pouco ornamentados, a exemplo dos dóricos. Outros, como os jónicos, são arrematados com volutas.







Capitonê

Trabalho de tapeçaria com botões costurados no estofado de forma profunda e regular, compondo desenhos geométricos.







Cerca- Viva

Sebe viva; arbustos plantados para formar um elemento de vedação e fechamento.







Chaise- Longue

Cadeira estofada,que surge nos finais do século XVII , cujo assento muito alongado é sustentado por pernas extras.







Chamalote

Tecido de lã de camelo. / Fazenda de pêlo ou de lã, em geral tecida com seda.







Chapéu

Coroamento do muro ou da chaminé com uma ou duas águas.







Chapiscar

Lançar argamassa de cimento e areia grossa (proporção geralmente 1:3) contra a superfície para torná-la áspera e facilitar a aderência da primeira camada de argamassa.







Chesterfield

O nome advém de um modelo de sofá criado na Inglaterra. As características principais deste modelo são: encosto captonado, almofadas soltas no assento e braços na mesma altura do encosto. Suas linhas clássicas lhe proporcionam incomparável beleza, o que lhe garante grande procura por parte dos clientes, independente dos modismos passageiros







Clapboard

Um tipo de revestimento externo para paredes, feito com tábuas sobrepostas de madeira, característico do Early American, estilo dos colonizadores dos EUA.







Clarabóia

Abertura no teto da construção, fechada por caixilho com vidro ou outro material transparente, criada para levar iluminação e/ou ventilação naturais aos ambientes em geral sem janelas.







Closet

Palavra inglesa; pequeno cômodo usado como quarto de vestir.







Coifa

Coifa ou depurador é o equipamento eletrodoméstico responsável pelo tratamento dos gases e vapores resultantes da cocção. A depuração do ar é feita por dois sistemas distintos de filtragem.







Colonial

Tipo de arquitetura praticada nos países que foram colônias em Portugal. Assim, as influências portuguesas estão presentes já nas primeiras construções brasileiras e as espanholas marcam alguns países da América do Sul, Central e do Norte. Os ingleses deixaram a sua herança na América do Norte. Já elementos da arquitetura holandesa e francesa aparecem na América Central, sobretudo na região das Caraíbas.







Coluna

Elemento estrutural de sustentação, quase sempre vertical. Ao longo da história da arquitetura, assumiu as formas mais variadas e diversos ornamentos. Pode ser de pedra, alvenaria, madeira ou metal e consta de três partes: base, fuste e capitel. Esses elementos aparecem inicialmente nas colunas dóricas e jónicas dos templos gregos. A partir da visão funcionalista do arquiteto suíço Le Corbusier, ainda na primeira metade deste século, as colunas passaram a ser chamadas internacionalmente de pilotis e ganharam formas limpas.







Compensado

Chapa composta de lâminas torneadas de madeiras, sobrepostas em sentido alternado, sempre em número ímpar, fixadas com cola do tipo uréia -formol, à qual se adiciona imunizante, prensadas e lixadas. Apresenta uma das faces com lâmina de tonalidade homogênea e outra com pequenas variações de coloração.







Conduíte

Conduites são eletrodutos embutidos na alvenaria, por onde passa a fiação elétrica. Podem ser metálicos, isolantes, magnéticos, não magnéticos, e também rígidos, curváveis, elásticos e flexíveis. Têm por função proteger os condutores elétricos contra choques mecânicos, agentes químicos, etc.







Contrapiso

Camada, com cerca de 3 a 5 centímetros de cimento e areia, que nivela o piso antes da aplicação do revestimento.







Cornija

Conjunto de molduras que serve de arremate superior às obras de arquitetura.







Corrimão

Apoio para a mão colocado ao longo das escadas.







Craquelê

A principal característica é o efeito trincado que aparece .Pode ser feito com tintas especiais, vidros, ceras e outros materiais.Sua aplicação pode ser feita em cerâmica, madeira, vidro e o que a criatividade permitir.







Cromado

Metal que recebe uma camada de cromo. Elemento metálico, duro, que dá brilho semelhante ao aço inoxidável.







Cumeeira

Parte mais alta do telhado, linha de cume , onde se encontram as superfícies inclinadas (águas). A grande viga de madeira que une os vértices da tesoura e onde se apoiam os caibros do madeiramento da cobertura. Também chamada espigão horizontal.







Cúpula

Parte superior interna e externa de algumas construções. Uma curiosidade das cúpulas é o aparecimento do óculo, abertura no seu ponto mais alto que permite a entrada de luz e que, muitas vezes, conta com uma pequena edícula, chamada lanterna ou lanternim. Outra curiosidade é que, normalmente, as cúpulas são duplas, ou seja, é feita uma cúpula interna, oca, e outra externa, encarregada da proteção da construção. Ver Abóbada.







Decapê

Técnica que imita o gesso e cria efeitos especiais em alto relevo, dando imponência e estilo. É uma textura muito apropriada em móveis, portas, janelas, esquadrias em geral (molduras de quadro, de espelho, etc...) dando sempre um ar de rústico com muita classe.
A técnica se adapta melhor com as tonalidades desde o marrom escuro até o bege claro, como também, com a cor verde até o azul, podendo no entanto ser usada qualquer cor . Sugere-se usar sempre tom sobre tom.






Deck

Piso em madeira ripada, geralmente para circundar piscinas, banheiras e represamentos de água ou servir de palco criando desnível.







Declive

Ladeira. Quando o terreno se apresenta em subida em relação à rua.







Découpage

Arte de revestir com gravuras. A palavra de origem francesa "découpage" (existe controvérsia) significa recortar gravuras de papel e com estas revestir superfícies de objetos como madeira, metal, vidro e tecido.







Demão

Cada uma das camadas de tinta ou qualquer outro líquido aplicada sobre uma superfície qualquer.







Dicróica

É uma lâmpada incandescente halógena que possui um refletor em vidro coberto com um revestimento dicróico, cuja finalidade é refletir a luz e deixar passar os raios ultraivioleta e infravermelhos para a parte posterior da lâmpada. A dicróica mais comum tem 50 Watts de potência e funciona em 12 Volts, necessitando de transformador. É a lâmpada mais usada para iluminação de destaque em residências.







Domer Window

Abertura ou janela sobre o telhado; janela de água furtada, trapeira.







Domo

Cúpula convexa (quando vista de baixo para cima) ou arredondada que corre uma abertura no alto de uma construção, oferecendo iluminação e ventilação naturais.







Dormente









Duto

Tubo que conduz líquidos (canos), fios (condutores) ou ar.







Edícula

Construção complementar à principal, onde, geralmente, ficam instalados a área de serviços, as dependências de empregados ou o lazer.







Elemento Vazado

Peça produzida em concreto, cerâmica ou vidro, dotada de aberturas que possibilitam a passagem do ar e luz para o interior da casa. Comum em muros, paredes e fachadas.







Espelho-d'água

Pequeno tanque dentro ou fora de casa, onde a água reflete o que estiver a sua volta.







Esquadria

Qualquer tipo de caixilho usado numa obra, como portas, janelas, etc. Seus lados devem formar esquadro, mas emprega-se essa designação mesmo com outras formas







Estaca

Peça longa, geralmente de concreto armado, que é cravado nos terrenos. Transmite o peso da construção para as partes subterrâneas - e mais resistentes.







Estêncil

Um estêncil (do inglês stencil) é um desenho ou ilustração que representa um número, letra, símbolo tipográfico ou qualquer outra forma ou imagem, figurativa ou abstrata, que possa ser delineada por corte ou perfuração em papel, papelão, metal ou em outros materiais. O estêncil obtido é usado para imprimir imagens sobre um sem-fim de superfícies, do cimento ao tecido de uma roupa.
Por extensão de sentido, um estêncil é também um tipo de folha de papel fino que serve de matriz para impressão por mimeógrafo e a base da pintura serigráfica. Tanto na mimeografia, como na serigrafia, múltiplos estênceis são usados sobre a mesma superfície, produzindo imagens em mais de uma cor.







Estuque

Massa à base de cal, gesso, areia, cimento e água, usada no revestimento de paredes e de forros. Toda a argamassa de revestimento, geralmente acrescida de gesso ou pó de mármore. Também usada para fazer forros e ornatos.







Fachada

Cada uma das faces de qualquer construção, a de frente é denominada fachada principal, e as demais: fachada posterior ou fachada lateral.







Faiança

A faiança é uma forma de cerâmica branca, que possui uma massa cerâmica menos rica em caulim do que a porcelana e é associada a argilas mais plásticas. São massas porosas de coloração branca ou marfim e precisam de posterior vitrificação.
Uma classificação usual da cerâmica branca baseia-se no teor em peso da água absorvida pelo corpo cerâmico: a faiança é um dos tipos mais porosos, apresentando absorção geralmente superior a 3%.
Os produtos de faiança são compostos de massas semelhantes ao grés (matérias-primas menos puras, podendo incluir rochas cerâmicas como granito, pegmatito e filito como fundentes, ao invés de feldspato puro), mas usualmente podem incorporar, diferentemente da composição do grés, fundentes carbonáticos, portadores dos minerais calcita e dolomita.
As peças de faiança são fabricadas a temperaturas inferiores a 1250ºC e caracterizam-se pela menor resistência do que as porcelanas e o grés. Seus produtos incluem aparelhos de jantar, aparelhos de chá, xícaras e canecas, peças decorativas etc.
No Brasil, a indústria de louça de faiança fina teve seu maior desenvolvimento no início do século XX, sendo que seu declínio se inicia na década de 1940, quando a produção de porcelana se acelera e dissemina pelo país. Com a maior oferta de louça de porcelana, mais resistente e durável, e de acabamento mais fino e mais branco, a louça de faiança foi gradualmente sendo preterida, o que levou ao fim de várias das fábricas pioneiras de louça no Brasil.







Folha

Elemento da asa de dobradiça; cada parte de portas ou janelas que necessita de dobradiças para se mover.







Forro

Material que reveste o teto, promove o isolamento térmico e acústico entre o telhado e o piso. Pode ser de madeira, gesso, estuque, placas fibrosas, tecidos, etc. Há ainda o forro gamela, típico do colonial mineiro, que é formado por cinco superfícies, quatro delas inclinadas e trapezoidais, enquanto a quinta é retangular, horizontal e fecha o forro.







Frontão

Componente de arremate superior das janelas ou portas; o acabamento que veda o espaço entre duas águas da cobertura; o arremate triangular do encontro entre a parede e duas águas da cobertura.Atualmente, sua função original foi praticamente abandonada, e o elemento passou a servir de mero ornamento.







Fuxico

A técnica é bem simples e existe há mais de 150 anos. Consiste em umas trouxinhas de panos, feitas com sobras de tecidos.







Galeria









Gazebo

Pequeno quiosque colocado no jardim. Sua estrutura é formada de madeira, ferro ou pedra, e o fechamento é feito com vidros ou treliças.







Gradil









Granilite

Mistura de cimento (geralmente branco), pó de mármore (marmorit) e rochas minúsculas (granilhas), usada para revestir paredes e pisos. Executado no próprio local da aplicação, exige o uso de juntas de dilatação plásticas ou metálicas, geralmente recebe polimento com máquina especial e enceramento.







Granito

Rocha cristalina formada por quartzo, feldspato e mica. Muito usado para revestir pisos. Existem diversas cores de granito e, muitas vezes, o seu nome deriva da sua cor ou do local onde fica a jazida.







Greenhouse









Guarda- Corpo

Grade ou balaustrada de proteção usada em balcões, janelas, sacados ou varandas.







Home Theater

Conjunto de equipamentos de áudio e vídeo que reproduz em casa as características sonoras e de projeção dos cinemas.







Jacquard

Tecido de tear manual que utiliza fios de diferentes cores, inventado na França por Joseph-Marie Jacquard (1752-1834)







Jardim de Inverno

Um jardim de inverno é um espaço de transição usado numa residência para, no inverno, os habitantes se divertirem nesse espaço.







Jateado









Laje

Estrutura plana e horizontal de pedra ou concreto armado, apoiado em vigas e pilares, que divide os pavimentos da construção.







Lalique

Nome que se dá às peças de vidro e cristal projetadas por René Lalique (1860-1945), vidreiro francês do Art Nouveau. Caracterizam-se pela transparência das peças, nas cores azul, verde, vermelho e amarelo, bem como pela delicadeza dos motivos, inspirados em nus femininos, flores, peixes, libélulas e também linhas geométricas.







Lambrequim

Ornamento recortado em madeira que arremata forros e beirais.







Laminado

Vidro composto pela sobreposição de camadas de vidro no mínimo 2 que recebe entre as camadas butirol que é uma resina, com espessuras padrão de 6 mm, 8mm, ao quebrar não solta estilhaços absorve melhor impacto de projéteis.







Lavabo









Limoges

Limoges (Limòtges em Occitano) é uma cidade de França, capital do departamento de Haute-Vienne, e capital administrativa da região Limousin. A população da área urbana é de 248.000 habitantes (138.000 na cidade).
Limoges é conhecida mundialmente pelo seus enameis medievais ('Enamel de Limoges') de cobre, pela sua porcelana (porcelana de Limoges ) e pelos seus barrís de carvalho que são usados na produção de Cognac.
Em 1771 a argila de caulino, indispensável para a produção de porcelana foi descoberta em Saint-Yrieix-la-Perche, localidade perto de Limoges. Impulsionado pelo economista Turgot ocorreu o desenvolvimento da indústria cerâmica, e a porcelana de Limoges tornou-se famosa durante o século XIX.







Living

Termo que na Arquitetura é o mesmo que sala que serve para ter mobiliário como sofás e permitir reunião de familiares.







Loft

Um loft (palavra que significa "depósito" ou "sótão" em inglês), é um tipo de apartamento criado a partir da compartimentação de um grande espaço coberto, sem divisórias (como um galpão ou armazém).







Lounge









Luminária









Macho-Fêmea

Tipo de encaixe onde uma peça traz uma saliência e a outra, uma reentrância.







Marchetaria

Processo artesanal que incrusta ou embute pecinhas de madeira, marfim e pedras, formando desenhos em obras de mercearia.







Marmorizado









Marquise

Pequena cobertura que protege a porta de entrada. Cobertura, aberta lateralmente, que se projecta para além da parede da construção.







Meia Água

Telhado com apenas uma água, um só plano inclinado.







Mezanino

Piso intermediário que interliga dois pavimentos; piso superior que ocupa uma parte da construção e se volta para o nível inferior com o pé-direito duplo. Atualmente construído em estrutura metálica.







Millefiori

É uma técnica milenar usada para trabalhar mosaicos em vidro. Provavelmente foi descoberta na Mesopotâmia. Essa técnica consistia em juntar bastões de vidros coloridos, fundindo várias etapas de um trabalho artesanal muito elaborado, com impressionante detalhe e precisão, que cortados transversalmente, formavam um belíssimo e delicado mosaico.
É muito conhecida por coleccionadores, que chegam a pagar verdadeiras fortunas, para adquirir objectos de vidro feitos por artistas da França e de Murano, na Itália, trabalhados em Millefiori, como por exemplo, os pesos de papel, que chegam a atingir preços altíssimos em leilões, com seus padrões delicadíssimos.







Mosaico

Trabalho executado com caquinhos de vidro ou pequenos pedaços de pedras e de cerâmicas incrustados em base de argamassa, estuque ou betume ou mesmo cola.







Murano

O trabalho artesanal do vidro tem origem muito remota na Itália, mais precisamente na cidade de Veneza. A tradição de algumas famílias venezianas envolvidas na arte de soprar o vidro e os segredos desses artesãos nos reporta a muitos séculos de trabalhos e técnicas inovadoras na criação de belas obras de murano. O aprendiz, para adquirir o título de "mestre", leva uma vida inteira de dedicação e muita criatividade. Fato é que esse grupo de famílias que até os dias de hoje residem e trabalham em Murano, tem um papel especial no desenvolvimento da idéia de utilizar o vidro como uma forma de arte reconhecida em todo o mundo. Em 1291, as autoridades venezianas, preocupadas em preservar o sigilo da arte do vidro, transferiram todas as fundições da cidade de Veneza para a ilha Murano. Os artesãos não podiam abandonar Murano sob a ameaça de pagar com a própria vida. Ao longo de sua história, as fundições aprimoraram o brilho especial e único das peças do vidro de murano. Os fabricantes carregam um espírito de aperfeiçoamento, inovação e competição permanente entre as famílias artesãs na intenção de demonstrar uma infinidade de formas e tonalidades dos vidros. Em Murano, a família Barovier é reconhecida como a mais tradicional por suas invenções (vidro cristalino, vidro nacarado, vidro esmaltado azul, vidro madrepérola, vidro vermelho corneliano e murrini, que dá ao vidro uma aparência de mosaico). Somente visitando as fundições de Murano e admirando o talento dos mestres moldando cada peça de vidro no fogo, é que podemos compreender o amor desses artesãos pela matéria-prima que nos encanta com tanta beleza. A produção artística do vidro murano contribuiu para a riqueza e o poder comercial da cidade de Veneza.







Nicho

É uma cavidade ou reentrância nas paredes, destinada a abrigar um armário ou prateleiras. É comum na composição de bares ou na exposição de obras de arte.







Ofurô

é um tipo de banheira feita no Japão caracterizada pelo seu formato bem mais profundo e curto que uma banheira ocidental, permitindo a seu usuário tomar banho com o corpo em posição fetal - suficiente para que a água cubra os ombros de uma pessoa sentada. A temperatura da água que deve estar entre os 36 e 40ºC. Pode ser utilizada por mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Os banhos de imersão no ofurô constituem autênticos rituais familiares no Japão. O objetivo não é lavar o corpo. Aliás, quem entra num ofurô deve lavar-se e enxaguar-se previamente. A água pode ser reutilizada.
Comumente essas banheiras são feitas em madeira (no Brasil, a mais utilizada é o cedro-rosa), existindo também modelos de acrílico, fibra de vidro e outros plásticos apropriados. Não se fazem de alvenaria, pois a higiene é fundamental. A água é aquecida por ebulidor elétrico ou, ainda, aquecedor a gás.
Os benefícios dos banhos de imersão para a saúde são muito grandes: a par do relaxamento, que alivia estresses de toda natureza, destacando-se, entre inúmeros benefícios milenarmente constatados, limpeza de pele, reequilíbrio hormonal (pelo estímulo glandular causado pela água aquecida) e desintoxicação muscular.







Ogiva

Forma característica das abóbadas góticas.







Oriel Window

Instalada nos pavimentos superiores, esta janela é semelhante a bay-window, mas ocupa todo o pé direito do ambiente.







Ornato




Adorno. Elemento com função decorativa.







Parapeito

Peitoril. Proteção que atinge a altura do peito, presente em janelas, terraços, sacados, patamares, etc. Diferencia-se do guarda-corpo por se tratar de um elemento inteiro, sem grades ou balaústres.







Parquet

Piso feito da composição de tacos, que formam desenhos a partir da mistura de tonalidades de várias madeiras.







Patina

Efeito de oxidação, natural ou pela ação do tempo, que confere uma aparência de envelhecimento aos móveis. Também pode ser aplicado em metais.







Pé Direito

Altura entre o piso e o teto.







Peitoril

Base inferior das janelas que se projeta além da parede e funciona como parapeito.







Pérgola

Proteção vazada, apoiada em colunas ou em balanço, composta por elementos paralelos feitos de madeira, alvenaria, betão, etc.







Pilastra

Pilar de quatro faces onde, uma delas está anexada ao bloco construtivo.







Pilotis

Conjunto de colunas de sustentação do prédio que deixa livre o pavimento térreo.







Platibanda

Moldura contínua, mais larga do que saliente, que contorna uma construção acima dos frechais, formando uma proteção ou camuflagem do telhado.





Platô

Parte elevada e plana de um terreno. O mesmo que planalto.







Porão









Porcelanizado

Que tem o aspecto de porcelana. Elemento que recebe tratamento cerâmico para obter o aspecto de porcelana.







Postigo

Pequena abertura ou fresta. Pequeno vão feito a meia altura de uma parede que permite a passagem de objectos de uma divisão para outra. Portinhola aberta sobre a folha de uma porta maior.







Radica

Designa a raiz de madeiras nobres empregada na fabricação de móveis.







Ragging

Ragging é um padrão manchado de pintura decorativa que pode variar do contrastante ao esfumaçado discreto. Esse efeito aparece aplicando-se sobre a tinta ainda úmida, uma ferramenta de secagem que, depois de remover parte da tinta, revela o fundo.
Apesar de Ragging significar "secagem com trapos", não utilizaremos só tecido. Podemos conseguir outros efeitos com papel ou mesmo plástico.
Esta técnica pode ser utilizada em diversos estilos de decoração e também como etapa inicial de outros processos.







Rami

O rami é uma planta têxtil, introduzida no Brasil em 1939, no sul do estado de São Paulo, mas que foi descoberta como uma extraordinária forrageira, principalmente por sua riqueza em proteínas. Pertence à família das urtigas mas não "queima" como estas, porque não tem os pêlos urticantes.







Reboco

Revestimento de parede feito com massa fina, podendo receber pintura diretamente ou ser recoberto com massa corrida.Quando feita com areia não peneirada recebe o nome de emboço; se feita com areia fina é denominada massa fina.







Récamier

Um tipo clássico de divã reclinado, com a cabeceira ligeiramente mais alta e suavemente curvada.







Rejunte

Procedimento de aplicação de pós como cimento branco, cimento, serragem fina, ou granilhas apropriadas, especiais, misturadas em líquidos ou cola PVA, para calafetar cerâmicas e as juntas da alvenaria ou as frestas entre os materiais de acabamento.







Ripa

São peças de madeira que apóiam as telhas.







Rococó

O termo rococó forma-se das palavras francesas rocaille, que significa "rocha", e coquille, que significa "concha", associado a certas fórmulas decorativas e ornamentais como por exemplo a técnica de incrustação de conchas e pedaços de vidro, usados na decoração de grutas artificiais se caracterizava pelo excesso de ornatos. Foi muitas vezes alvo de apreciações estéticas pejorativas.







Rodameio

Os rodameio ficam a 1 m do piso e servem de bate maca, ou proteção das paredes.







Rodapé

O rodapé é uma tira, normalmente de madeira, fina com 75mm a 300mm de espessura, que se coloca na parte inferior de uma parede interior. o seu propósito é cobrir a ligação entre a parede e o chão, mas também proteger de pontapés e de desgaste.
A colocação desta tira é feita ao redor das paredes daí o nome roda+pé (o pé é a altura do espaço interior – eg do quarto). ela pode ser pregada, aparafusada ou colada à parede. Algumas destas tiras têm rococós para efeitos decorativos.







Rodateto

Faixa de protecção ao longo da altura das paredes. Os rodateto são usados junto aos tetos.







Rosácea

A rosácea é um elemento arquitectónico ornamental usado no seu auge em catedrais durante o período gótico. Dentro do eixo condutor deste período artístico, a rosácea transmite, através da luz e da cor, o contacto com a espiritualidade e a ascensão ao sagrado.







Saguão

Local ou espaço numa na entrada de uma edificação que leva às escadarias ou elevadores ( BR ).







Sanca

Moldura, normalmente em gesso, instalada no encontro entre as paredes e o teto. Pode ter diversos formatos e ainda embutir ou não a iluminação.







Sarrafo

Ripa de madeira, com largura entre 5 e 20 centímetros e espessura entre 0.5 e 2.5 centímetros.







Satinê

Pintura especial que clareia a madeira sem esconder os veios.







Solarium

Espaço reservado para tomar banhos de sol.







Soleira

A parte inferior do vão da porta no solo. Também designa o arremate na mudança de acabamento de pisos, mantendo o mesmo nível, e nas portas externas, formando um degrau na parte de fora.







Sótão

Divisão que surge dos desníveis do telhado no último pavimento de uma construção.







Tabeira

Peça de contorno no perímetro e arremate em pisos.







Taco

Cada uma das pequenas peças de madeira que formam o parquet, ou usado embutido nos vãos de alvenarias para fixar caixilhos de madeira.







Talude

Rampa. Inclinação de um terreno em consequência de uma escavação, escarpa. Volume inclinado de terra, coberto por grama, que atua como muro de arrimo, impedindo o desmoronamento do solo.







Tapume

Vedação provisória feita de tábuas que separa a obra da rua.







Terraço

Cobertura plana. Galeria descoberta. Espaço aberto ao nível do solo ou em balanço.







Thonet

Michael Thonet (1796-1871), nasceu em Boppart am Rhein, na Áustria.onde montou seu primeiro atelier. Fundou a empresa Thonet em 1819 para produção de seus próprios projetos. Registrou sua primeira patente para moldagem de madeira laminada em 1842. No início do século XX vários arquitetos vanguardistas de Viena desenhavam móveis para Thonet, incluindo Josef Hoffmann.Na década de 1930 a empresa passou por uma grande expansão com linhas de móveis tubulares em aço de desenhistas famosos da Bauhaus como Mart Stam, Marcel Breuer e Mies van der Rohe. Le Corbusier foi o primeiro a utilizar as cadeiras Thonet já num ambiente modernista.
A cadeira 1859, ou modelo 214, foi e um dos modelos de maior sucesso concebidos para produção industrial. É o resultado de anos de experiência durante a decada de 1850 na arte de dobra madeira sólida, e foi desenvolvida já com o objetivo de produção em massa (por volta de 1930 já tinham sido vendidos mais de 50 milhões de cadeiras em todo mundo). A empresa é atualmente dirigida pela 5 geração dos Thonet, com sede em Frankenberg, na Alemanha, onde mantém um museu.







Toldo

O toldo é uma coberta ou peça de lona utilizada, principalmente, para abrigar do sol, chuva, vento, frio e calor. Hoje em dia encomtram-se toldos muito bem equipados, alguns deles contam com um excelente sistema de ar condicionado, perfeito para os dias de verão.
São a solução ideal para festas, eventos empresariais, casamentos, convenções ou todo tipo de eventos que você desejar.
Os toldos podem ser de vários tipos: para colocar na janela ou varanda de sua casa, coberturas para navios, em restaurantes, em lugares com grama ou cimento que contam com pisos, paredes e tetos de lona e etc.







Vão

Abertura ou rasgo numa parede para a colocação de janelas ou portas.







Vão Livre

A distância entre os pontos de apoio de uma abertura.







Veneziana









Zenital

Iluminação que incide verticalmente nos ambientes, a partir de domo ou clarabóia.






enviada por Carol






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